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*quarta-feira, 30 de março de 2011*

Sono noturno - O Luiz Henrique está piorando seu sono noturno, o que já estava ficando bom com duas acordadas à noite, agora ele não embala mais e estou passando quase a madrugada em claro. Ele só dorme no colo, se coloco no berço ou carrinho de dia ele acorda... no colo do Gustavo grita... ele quer o meu colo, o aconchego de mãe... - Essa noite cansada, com dor de cabeça e o Gustavo me dizendo para deixar ele chorar, resolvi as 05:00 da manha quando coloquei ele no berço e ele abriu os olhinhos, deixá-lo lá chorando, e assim ele fez por uns 15 minutos e eu chorando mesmo, de correr lagrimas do lado, tentei resistir ao impulso de pegar ele... mas doeu tanto... ele adormeceu ali sozinho e eu fiquei mais uma hora acordada nervosa de ouvir aquele choro persistente e não pegar. - Acordei e logo abri a internet para saber o que os especialistas dizem disso... existe incontroversa, mas meu coração de mãe diz que não é bom, afinal ele pode não sentir dor e estar apenas querendo meu colo o que muitos classificam de ‘manha’, mas ele acabou de nascer, está em um mundo novo, sentindo coisas novas, qual o problema em querer o colinho da mãe para se sentir mais seguro?? Sei que estou cansada, mas sei que isso vai passar e com fé em Deus ele vai dando força, e afinal estou acordada apenas pq meu filho não se sente seguro e quer meu colo, mas quantas mães ficam acordadas em hospitais ou com filhos doentes em casa? E o meu tem saúde e logo vai passar, então porque não?? - O Gustavo fica dizendo q então é para eu dormir de dia com ele... bem que já tentei mas não consigo não adianta. Vou levando, e estou me sentindo com remorso por ter o deixado chorando lá e não ter respondido ao chamado dele, afinal ele não sabe falar e se comunica assim, se eu não respondo ele se sente sozinho... a que peninha. Fotos do meu baby de toalha... adoro quando tiramos eles do banho e ficam assim só com o rostinho de fora!


Boca de pai..


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Meu chaverinho...

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Materia que mais gostei...


"Sozinho" - O que isso significa de verdade? O que acontece para o bebê, para os pais e para a relação entre eles quando um bebê é deixado chorando sozinho? Uma vez que o choro é a linguagem do bebê, uma ferramenta de comunicação, o bebê tem duas escollhas se ninguém o escutar. Ele pode chorar mais e mais alto, mais forte, e produzir sons bem perturbadores, ou ele pode se calar e se tornar um "bom bebê " (significando "quieto"). Se ninguém escutar, ele vai se tornar um bebê muito desencorajado. Ele vai aprender uma coisa que você não quer que ele faça: vai aprender que ele não pode se comunicar. O bebê perde a confiança no valor do seu sinal do choro - e talvez também perca confiança na correspondência das pessoas que tomam conta dele. Não somente o sinal vital do bebê se "perdeu", mas um ingrediente importantíssimo na relação pais-filhos se perde também - a sensibilidade! Quando você responde intuitivamente às necessidades do seu bebê, quando você trata o choro como uma "pista":- bebê chora, você responde, e faz isso centenas de vezes nos primeiros meses, o bebê aprende a dar a "pista" melhor (o choro se torna menos e menos ruidoso e adquire uma qualidade comunicativa como se o bebê aprendesse a "falar melhor"). Do outro lado da moeda da comunicação mãe-bebê, você aprende a "ler" o choro do seu bebê e a responder apropriadamente (sabendo quando dizer "sim" e quando dizer "não" e o quanto você precisa ser rápida). Com o tempo você aprende a razão fundamental da sensibilidade ao choro: ler a linguagem corporal do bebê e responder aos seus sinais ANTES do choro, de maneira que o bebê nem sempre terá que chorar para comunicar uma necessidade. Agora vamos analisar o que acontece quando você "endurece seu coração" e vê o choro do bebê como controle e não como uma ferramenta de comunicação, e ignora o choro do bebê. Quando você vai contra seus instintos biológicos, você se desensibiliza a si mesma em relação aos sinais do bebê e suas respostas instintivas. Eventualmente, o choro passa a te perturbar. você perde a confiança nos sinais do bebê, e perde a confiança na sua própria habilidade de entender a linguagem primitiva do bebê. Uma distância cada vez maior ocorre entre você e o bebê, e você corre o risco de se tornar o que os pediatras chamam de: doutor-me-diga-o-que-fazer. Você lê um livro em vez de ler o seu bebê. Então, não ouvir e responder com sensibilidade ao choro do bebê é uma situação em que todos perdem. O bebê perde a confiança nas pessoas que tomam conta dele, e quem toma conta dele perde a confiança na sua própria sensibilidade. A mãe perdeu a confiança nela mesma. Para ilustrar como uma mãe pode enfraquecer o dom natural da sensibilidade ao bebê quando ela se deixa levar por conselhos errados, uma mãe veterana recentemente nos contou essa história. "Eu fui visitar minha amiga que teve bebê. Enquanto estávamos falando, sua bebê de 3 semanas de vida começou a chorar em outra sala. O bebê continou chorando, mais forte e mais alto. Eu estava quase me levantando e indo eu mesma confortar o bebê. O choro do bebê não a incomodou, mas incomodava a mim. Meus seios quase começaram a jorrar leite! Ainda assim minha amiga parecia não ouvir os sinais do bebê. Finalmente, eu não consegui aguentar mais e disse: "Tudo bem, vá lá atender seu bebê, nós podemos conversar mais tarde" Ela respondeu, "não, ainda não é hora de mamar". Sem acreditar, eu perguntei: "Mary, onde foi que te deram esse conselho tão prejudicial?" "Numa aula de treinamento de bebês na igreja," ela insistiu orgulhosa. "Eu quero que meu bebê aprenda que EU estou no controle, e não ele." Essa mãe de primeira viagem, querendo fazer o melhor para o seu bebê e acreditando que estava sendo uma boa mãe, permitiu-se sucumbir aos profetas dos conselhos ruins, e estava perdendo toda a sua sensibilidade natural em relação ao seu bebê. Ela está começando sua carreira em maternidade com uma distância cada vez maior entre ela e seu bebê. O par mãe-filho estava se "desconectando".

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